27/09/2013

Isabel Magalhães

Isabel Magalhães - Foto de Sílvio Alves

Isabel Magalhães nasceu em Lisboa a 31 de Julho de 1956. Exerce advocacia desde 1978 e vive em Cascais, onde desenvolve há mais de duas décadas múltiplos projectos cívicos, sociais e culturais.
Promove com frequência passeios em que as caminhadas se combinam com palestras sobre a história do concelho, assumindo um papel activo na divulgação do património e das potencialidades da terra que adoptou como sua.
Ser em vez de ter, título que publica na rumoresdenuvens edições é mais um passeio, desta vez pelos caminhos da alma e dos valores que a guiam. Uma mensagem muito positiva, assertiva, que nos faz parar para pensar no propósito da vida e no papel que desempenhamos no conjunto de todas as coisas.

13/08/2013

Alda Cabrita

Alda Cabrita - Foto de Cristina Almeida


Alda Cabrita nasceu em Lisboa, em 1960, cidade onde sempre viveu, com excepção dos anos entre 1993 e 1997, período em que morou em Bruxelas. Tem duas filhas nascidas na Bélgica, o que a leva a ter um carinho especial por este país e também porque foi nele que desenvolveu o gosto pela escrita. Mas só nos últimos anos se atreveu a produzir um trabalho de maior complexidade e, assim, em 2010, A Cor do Olhar surge como o seu primeiro romance. No início de 2013 participou na Antologia de Poesia Contemporânea, Vol 4, Entre o Sono e o Sonho, da Chiado Editora e no livro Palavras de Cristal – Colectânea de Poesia, Volume I, da Modocromia Editora.

03/07/2012

Virginia Megas

Tem formação em Direito pela Faculdade de Coimbra, cidade onde viveu até há 1 0 anos, altura em que se mudou para Lisboa. Sempre se dedicou às belas-letras e já ganhou 2 prémios literários. A sua vocação é a escrita de investigação histórica que se cruza com estudos feministas e de género. Tem várias pastas cheias de documentos e escritos que um dia há-de transformar em livro.

Via

Nasceu em 1963, na localidade da Graça, e vive na zona de Lisboa, onde é professora. Participou nas colectâneas Contos da Diferença e Agora que conto.

Odile Beauvilain

Odile Beauvilain , magnetizadora, nasceu em Paris em 1948. Vive em Portugal desde 1998.
«Promete-me que vais fazer a outras pessoas o que me fizeste a mim.» Odile recebeu esta mensagem há trinta e cinco anos, da boca de uma criança, poucos minutos antes da sua morte. Depois desse acompanhamento, que durou três anos, esse primeiro confronto com a morte é uma revelação. Aquela criança não sabia que, naquele preciso instante, a sua mensagem marcaria o início de uma reflexão que duraria trinta anos, em torno de uma etapa capital da vida: o último suspiro. Fortalecida pela sua experiência como magnetizadora, Odile Beauvilain transmite-nos o testemunho da sua percepção do que se passa no momento do último suspiro. E propõe-nos um outro olhar sobre a morte.

O último suspiro, um lindíssimo livro de auto-ajuda em que Odile Beauvilain conta o seu percurso de ajuda aos outros, será brevemente publicado pela rumoresdenuvens.

Rita Alcobia

Nasceu em Luanda, mas respira Lisboa. A participação no volume Agora que conto foi a sua primeira experiência literária, embora seja desde há uns anos uma bloguista entusiasta.

Maria Oliveira

É de Alenquer, Portugal, onde vive. Não se recorda exactamente do ano em que nasceu, mas também não interessa nada. Guia Intérprete de profissão, tem um gosto especial pelas terapias alternativas. Adora fazer caminhadas e gosta de desporto. A escrita, a leitura e uma boa conversa entre amigos são algumas das suas formas preferidas de ocupar o tempo livre.

Marita M. Ferreira


Marita M. Ferreira, aka Tangas, nasceu e cresceu em Moçambique, coisa que lhe provoca, de vez em quando, portuguesíssimas saudades. Adora, organizar concursos de contos, publicar livros e trabalhar em projectos em que mais ninguém acredita. É jornalista e autora do blogue Tangas Lésbicas. Gosta muito de desporto, sobretudo do que se faz sentado, como o remo e a bicicleta. O computador tem-lhe exercitado imenso os dedos.
Publicou A baleia constipada e outras histórias (Campo das Letras, 2004), Múltiplos de ti (2006), Inês, a Pipoca (ilustrações, Campo das Letras, 2007) e na colectânea Contos da Diferença (rumoresdenuvens, 2009).

Margarida Mendes da Silva


Natural de Lisboa, onde vive e trabalha, pratica escalada, viagens e escrita em doses semelhantes. Tem uma insuperável paixão por aeroportos, tema que explorou no seu romance de estreia, Check-In.

Margarida M.


Natural de Lisboa, onde nasceu em 1 966. Sempre ligada ao mundo da escrita, tem vários textos publicados. Apaixonada pela Arte, dá primazia à originalidade, à criatividade e ao humor. Fuma. Gosta de gatos e do mar.

Maria Lourenço

Nasceu em 1 983, em Cascais. Cresceu e vive entre a serra de Sintra, o campo e a praia. Engenheira de profissão, fascinam-a as Artes e as ciências sociais. Gosta de desenhar, ler e de passar muito tempo com os amigos. Participou no concurso de contos do Tangas Lésbicas movida pelo gosto da escrita e pelo desafio de escrever sobre o tema lésbico.

Maria do Céu Lopes

Maria do Céu Lopes nasceu em 1959, na cidade da Beira, em Moçambique. Aí estudou, no liceu onde foi aluna de Lídia Jorge. Após a descolonização foi para o Brasil, onde se estabeleceu e se casou, em Indaiatuba, Campinas.

Luisa Jourdain


Luisa Jourdain nasceu m Julho de 1961, com a força do Verão. Vive com a sua filha Sara e um companheiro muito amigo.É taróloga e terapeuta de Reiki. A história de Amadeus é o seu primeiro romance.

De escrever, sempre gostei, histórias, contos e textos. Tentei a poesia mas as frases acabavam sempre na prosa, por vezes poética, mas sempre naquele percurso mágico do conto ou da narrativa que prende a mente ao fio condutor que liga o passado ao futuro, que permite a interação com os mundos paralelos. Não resisto à criação da história que transporta para a ficção ou para a imaginação.
“O guardião dos vinte e dois segredos” é um romance esotérico baseado no Tarot. O estudo das cartas de Tarot tem sido uma paixão, considero o Tarot a Arte Divinatória mais perfeita, que possibilita uma verdadeira aproximação ao Ser superior e que capta as mensagens intemporais do Mundo.

Loveboat

Nasceu em 1 971 , no Porto, onde vive. Gosta de fotografar, já passou pelas aulas de canto e faz ioga. Adora cheirar o papel os livros. Cresceu rodeada deles, com os quais mantém uma relação de amor-ódio. Ou, se calhar, não com eles, mas com a vida. Estreou-se como autora na colectânea Contos da Diferença.

Irene Veiga Durán



Irene Veiga é de Ourense (Galiza). Professora de ensino primário desde há mais de vinte anos. Ativista da língua em diferentes associações de defesa do português da Galiza como o MDL, A Esmorga e a Pró- Academia da Língua Portuguesa. Publicou vários poemas numa colêctanea de poesia feminista "Mulheres entre poesia e luta". Gosta de poesia, de escrevê-la também, de beber um bom vinho com as amigas nas tabernas e da tranquilidade duma praia vazia numa tarde de verão. É umas das autoras da colectânea Agora que conto.
 

Gertrudes Santos


Da infância no Alentejo ficaram-lhe imagens fortes e os primeiros poemas. Os diários acompanharam-na na adolescência e já sabia que queria ser escritora. Hoje, na calma dos 50 e com várias obras publicadas, é professora do ensino secundário e não abriu mão do seu projecto.

Florence Scovel Shinn

Florence Scovel nasceu a 24 de Setembro de 1871 em Camden, Nova Jérsia. Estudou em Filadélfia, na at the Friends Central School e estudou arte na Pennsylvania Academy of Fine Arts de 1889 a 1897. Aí conheceu o seu futuro marido, Everett Shinn (1876 - 1953), um pintor impressionista conhecido pelas suas telas e murais. Florence tornou-se conhecida pelas suas ilustrações e, posteriormente, pela publicação de obras de auto-ajuda.

Eva Lima


Natural de São Miguel, Açores, vive no Porto desde criança. Formou-se em História de Arte e desenvolveu estudos na área das Bibliotecas, onde trabalha. Gosta de ler e às vezes o bicho da escrita ataca. Não se considera escritora, mas alguém que sofre daquele mal de querer guardar um estado de alma, um desabafo. De vez em quando o teatro alicia-a com um projecto que a faz ser quem não é.

Duna


Nasceu em Castro Marim, no ano em que o hospital caiu, 1 962, mas podia ter nascido em Beja. Daí até se sentar a olhar para o mar e juntar as palavras umas com as outras, foi um saltinho. Gosta de animais e de todos os desportos, apesar de não praticar nenhum com regularidade. Aprecia a sinceridade e o sentido de humor. As Chaves, inserida na colectânea Contos da Diferença, é a sua obra de estreia.

Dulce Rodrigues


Veio ao mundo em Matosinhos, no ano de 1 977. Apaixonou-se muito cedo pelas letras, arte e medicina. É técnica de massagem terapêutica e ocupa os seus tempos livres com a leitura, a pintura, os amigos e a família. Boa contadora de histórias, também lê poesia em encontros.